domingo, 27 de fevereiro de 2011

Homem do tempo

Um homem me parou no tempo, disse que amar é morrer, e que se relevar o que se aprende com o tempo, seria incerto e indecente.
O mesmo, abraçou a solidão, onde se esbanjava cordialidades e abstinencias. O mesmo se diz preso por nada ter feito.
Quando o tempo passou, ele veio com o mesmo sorriso exposto em inclinação não vista, relação sinistra, por se mostrar realista.
Foi ai que então tudo veio a tona.
 O tempo então correu para o futuro, onde eu nunca tinha me visto, e lá me vi, feliz e seguro. 


( João Batista Jeremias Junior )

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