segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sentimento de seleiro.

'' Coleciono agonia, em dia quente ou noite fria, viajo na medida, do que em mim, não partiria.
Tremo sem tremor, retrato sem tempo sem dor, nunca na solidão em feno, me vingo no que é pleno, com amor.
Já que nas colinas, ardor de meninas, desesperadas mentiras, focam luz, diante da sina.
Apesar dos apesares, ficam sem ares, noites em retraves, sussurroso ventar dos ventos, leve comigo um só lamento, um só tormento, negativo estarei, mesmo sem tempo. ''

(João Batista Jeremias Junior)




quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

No sentimento, semeador...

'' De dia uma flor, de tarde sem amor, na noite sem rancor.
Da vida o sabor, da a morte sem mentor, na ressurreição ao contador.
De uma hora vingador, em sete horas não há dor, no fim dos tempos, renovador.
Da partida, sofredor, na chegado sem temor, no fim da estrada, relator.
No sol, revigorador, na chuva, proliferador, na tempestade, derrama dor
No calor, namorador, no frio aquecedor, na nevoa, semeia a cor.
Na frente, imperador, atras, trabalhador, no meio, quem junto for.
Na fala, silenciador, no silencio, mediador, no cochicho, muito amor. ''

(João Batista Jeremias Junior)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Vida que se vai...

'' Chamei minha vida de meu bem, 
ela sorriu, 
e eu tambem.

Fomos andar por bosques cheios de luz, 
eu a olhei, 
olhando ela reluz.

Virei-me ao seu olhar, 
suspirei ao suspirar, 
entendi o que era para achar.

Quando a ti perguntei, 
respostas tive, 
mas nunca me toquei.

Quando tudo me calei, 
por ti um aviso, 
pois nada clamei.

Sempre exagerado, 
olhando o luar, 
muito exaltado, 
querendo exaltar.

Fechei meus olhos ao te beijar, 
vida! 
Contigo quero estar.

Ao abri-los, 
sentimentos afiados, 
comecei a senti-los, 
todos entrelaçados.

Você se ve distante, 
por tais momento, 
por alguns instantes.

Vai embora no choro, 
bate a saudade, 
vem a tristeza, 
em meu couro se bate.

A neblina que se estende,
lhe faz reflexo partido, 
fico ao nada que se entende.

Já, ali estou sozinho, 
vingado de sangue, 
morto, mortinho!

Já que embora foste, 
ja não me vejo mais, 
em açoite.

Por horas fecho os olhos e vou navegar, 
por mares distantes, 
onde eu não possa mais navegar. ''

(João Batista Jeremias Junior)


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Hoje.

'' Hoje to mais tranquilo, sem exageros nas palavras, pois sei que é tudo de dentro que digo, então, torna-se mais verdadeiro do que minha existência clara.
Hoje já me digo mais na espera, já fiz minha luta, já deixei bem claro o que tenho e o que sinto, agora basta as concretas respostas, de tantas perguntas feitas.
Hoje fiz o que não deveria fazer, sorri pra quem não deveria sorrir, falar para quem não queria ouvir, entender quem não devia explicações.
Hoje tentei, mas não com tanta intensidade, já quero uma coisa mais reservada, to poupando sofrimento antecipado, to me resguardando.
Hoje to feliz de algum modo, sinto no teu semblante algo diferente, jamais vi em outro alguem, jamais presenciem em outro, Amem!
Hoje me fiz de vitima, menti, te fiz mentir, mas não te fiz gostar, ou fiz? Hoje não fiz tudo o que queria, nem tanto, nem tão pouco.
Hoje, hoje? Já passou, agora é ontem... Ontem? Nossa, parece muito tempo, quero amanhã tudo de novo. Hoje tranquilidade, amanhã tormento, pode apostar! ''

(João Batista Jeremias Junior)


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Devo tentar?

'' Hoje to meio estranho, estranhando tudo, parece que tudo voltou no ponto em que estava.
Eu tenho a certeza que tenho que sofrer todos os dias, ou privado, em uma semana sim, outra não.
Ta tudo quieto, tudo indireto, to sofrendo, meio aberto, a ferida em que eu decreto.
to vivendo cada dia devagar, to deixando o tempo ir na frente, ver se calibra algo, ou me faça entender o porque de tudo isso.
Estou negando companhias boas, só para tentar pensar, tentar reagir a resposta que me fere.
Mas sou tolo, fazendo perguntas que meramente aparentam ser exatas, respostas concretas.
To viciado em amar, preciso idolatrar alguem, meu tempo é pouco, mas eu devo tentar? Devo ir em frente?
Mesmo sabendo que no futuro eu vou acabar comigo mesmo? Não sei se tenho coragem novamente, para aguentar tudo, novamente, tudo novamente... Novamente! Não há coração que aguente. ''

(João Batista Jeremias Junior)


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não se sabe.

'' Não se sabe quantos vezes sorri, sabe-se que as quantas vezes chorei, foram tantas ao ponto de todas.
Não se sabe quanto tempo andei, só sei que muito não cheguei onde queria estar.
Não se sabe quanto pedi, sabe-se o quanto implorei por tudo que aqui não está.
Não se sabe quando falei alto, sabe-se quantas vezes sussurrei, ao calar ouvidos em um ato.
Não se sabe o quanto clamei, sabe-se que muito calei, ao ponto de cegar teus lábios.
Não sei, você não sabe! Não sabemos juntos, pelo menos unidos estamos, ao que nada sabemos. ''

(João Batista Jeremias Junior)


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Noite serena.

''Noite serena, envolvendo toda a crença, transformando toda esperança, em no que nada eu esqueça.
É uma capacidade de tranquilização e ao mesmo tempo de tenção.
Não conforta e não lhe da força, lhe quer por inteira, nem é nada passageira.
Ta límpida ao céu, sem nuvens, sem réu... Ta como noite linda, sem véu.
Ela combina com as cordiais flores tristes, escura sem meia tremera, ao som da besteira.
Tão formal a sua silenciação, que me calo por tanto a ficção, me temo ao nervosismo da sua quietação.
Estou falando do seu nome celestial, cujo semblante é nominal, sem ao que se erradia, de dia, é mal.
Estou ao teu, calar-te eu vou, silenciar-te irei, vem a mim, como eu nunca andei, chamei, implorei.
Ó noite serena, aqui lhe imploro, aqui lhe suplico, me deixe mais calmo.''

(João Batista Jeremias Junior)


domingo, 6 de novembro de 2011

Brendha

'' Antes que eu me entenda, 
ela é Brendha, 
é carência, 
é vivencia.

Normandia por convivência, 
relativa,
 e não ausenta,
 não é tão briguenta.

Tem a simpatia simpática,
é de sorriso puxado,
é menina fantástica, 
é de animo exaltado.

Flui dos mares da alegria,
 mostra-se uma flor,
vem sorrindo sem agonia, 
vive a vida com amor.

Da inocência tira-se o que ama,
Diz ser o que nada reclama,
mas quer ser feliz e purificada,
por quem muito a derrama. ''

(João Batista Jeremias Junior.)

sábado, 5 de novembro de 2011

Tormentos indo embora...

'' Sinto o tormento indo embora, será que estou segura agora? Não sei o que pensar, se choro ou se tento me matar.
Já quis tantas vezes tentar ver o que seria bonito realmente por fora, do que dentro me via tão distante da verdade, to tão a vontade comigo mesmo, é hora de gritar e extravasar o que sentimos.
Os dias estão ficando quentes, lindos, limpos, pendentes! To ficando muito dividido, não sei que caminho sigo, se direita, esquerda, se fico a beira da estrada esperando alguem me levar. Queria você, mas onde estás?
Tô ficando mais bonito por dentro, mas ficando feio por fora, e isso não é bom, os tempos estão mudando, você precisa ser bonito, maravilhoso por fora, dentro que se exploda! É o que a humanidade está pensando hoje, mulheres, homens, todos estão pensando.
Mas o que importa é que, o tormento está passando, me sinto seguro agora, não tanto como queria, mas feliz no termo em que se precisa.
Tô feliz, velho, aprendiz, sério... Tô que tô! ''

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Pesadelo sem te-lo

'' Um fim de tarde na primavera, é uma vida, mera.
É corrente de ar que aquece, é calor que padece.
Recanto ordenhado de películas, extraditado, me duvidas?
Socorrido por bordas flamejantes, composto, embarcações navegantes.

Sociável dentre as dores premeditadas, ilustre, se banhava.
Conforme suas ondas o levarem, tudo por cima, nadarem, nadarem.
Jus ao sol, seu querido rancor, luz encandeceste recheado de flor.
Minado de sabedoria, fugia, mentia! revigora agora, uma alegria.

Sem espelho retrucado, luz dos olhos ilustrado.
Semelhança pendente, cada andar, uma semente.
Plantando emoção, sem coração, vigiado pela inveja, vai expelindo perdão.
Enquanto o fim de tarde não se estreita, nada que fim por vida, me deita, me queira! ''

(João Batista Jeremias Junior)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dias da Semana.

Ai, ai... Dias de semana, sempre passando por despercebidas.
Segunda-feira, como todos sabem, não é lá um dia legal, único lado bom é que... Tipo, não tem!
Mas o lado ruim é que... Bem... É segunda né amigo!

Já na Terça-feira, é um dia que engana, mas ninguem cai na dele, é tipo uma Segunda perto de quarta. Lado ruim dele é que é tipo uma Segunda vazia. Lado bom é que Terça não é Segunda.

Por fim, Quarta-feira, dia legalzinho, se você tem alguem com quem namorar no sofá, lado bom é que, tem futebol no fim de noite, pena que passa muito rapido, dai a depressão volta a florar, lado ruim de quarta, é que realmente, você está sem ninguem.

Olha a Quinta-feira, lindinha ali, parada... Pena o único lado bom ser que é perto de Sexta-feira, lado ruim é que você continua ai, sem ninguem.

Enfim, Sexta-feira. Lado bom de sexta é que... Bom, é sexta! Mas não se engane, faltam somente 2 dias para Segunda chegar.

Ai, sábado... Lado bom pra quem acorda cedo é que vai aproveitar o dia; Sábado será mais cumprido. Já quem acorda tarde, tambem é lado bom, porque tambem aproveitou sábado. Único lado ruim é que, sabes que vai beber muito anoite, e vai ficar mal no domingo, justo no dia chato...
Ui, dá até arrepio falar de Domingo.

Domingo, o que falar deste dia tão Santo... Dia praticamente para se ir à missa, único lado bom de domingo é que ainda não é Segunda-feira, lado ruim, juntamente com o arrependimento de sábado, é porque você faz tipo uma contagem regressiva para voltar a depressão em que a vida lhe põe... Segunda-feira!
Este é praticamente o cronograma de muita gente, muita gente, que vive e reclama, ou vive reclamando.

(João Batista Jeremias Junior)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Menina florista.

'' Faz da vida uma vertente, 
quando se pede, 
quando se é gente.

Cultiva dos campos, 
as flores mórbidas, 
vive e revive, 
como se fosse paga por hora.

Viaja na luz dos meus olhos, 
como se fosse devora-los,
 consegue me cegar,
 diante dos abraços.

Fica nítida, 
apreensiva,
 mas nunca tímida, 
sempre compreensiva.

Jus faz do seu nome mulher,
 dos meus pedidos o que quer,
 do meu sorriso quando vier,
do meu coração quando quiser.

É de pureza inigualável, 
veio dos campos floridos,
 notável, 
sua benção irrecusável.

Que flores belas que aqui estão,
 sei que com muito amor cultivas,
 pois amor se tem, no coração.  ''

( João Batista Jeremias Junior )


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vento

É tão transparente,
Faz do inimigo sua lente,
vem soprando, vem regente.


Sorrateira, passa pela porta,
Vem, e traz consigo,
Tudo aquilo que tinhas em volta.


Branca, azul; Sempre reluz.
Noites frias ou quentes,
Vai lhe levando, o induz.


É fraca, forte, linda que não podemos ver,
Sentimos, reclamamos,
Mas os cabelos arrumamos, queria tanto guardar você.


Em um pote na sala de estar,
Só queria para os dias de solidão,
Só você traz, o que quero lembrar.


Enfim ao lamento,
sem fim o tormento,
Lembro de ti, viajo, fico atento,
Vento, vem vento, vem tempo...


( João Batista Jeremias Junior )

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Minha Lua.

'' É madrugada, 
o frio me toma, 
o vento me assombra, 
tocam sinos, me sinto aqui um menino.
Solidão se expõe, virtude se depõe, tudo que vejo, nada são soluções.
Abro a janela, tento te ver, vejo que está distante, foguetes ainda irei de ter.
Sua luz como vaga-lume, no coração vem o que se resume, no meu coração, o que é ardume.
Dentre as colinas, as flores.
Dentre a minha sina, seus amores.
Dentre meu coração, sofredores.
Dentre a minha vida, meus valores.
É como se fosse a minha, a minha pequena, menina, frágil, mulher, minha lua! ''

( João Batista Jeremias Junior )

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Simplesmente amor.

'' Quando falamos de amor, muitos pensam que é um ódio a mais que vem, outros dizem sofrer tanto por senti-lo, alguns irão reclamar pelo simples fato dele ter magoado tanto a sua vida. Mas veja o lado bom, a vezes lhe faz conformar pela perda, pois era a unica saida para felicidade. Muitos reclamam, reclamam, é normal, lógico! Mas amor, é orgulhoso, é puro, não existe falsidade, somente quem sabe atuar, e muito bem.
Existe sim, alguns amores ditos por impulso, 
outros por insegurança, 
muitos por não senti-lo, 
outros pela distancia.
Amor é uma palavra que vai lhe acolher, 
ao mesmo tempo lhe fartar, 
e muito mais a frente,
 fazer você morrer. 
Amor é a falta, 
amor é delicado, 
é sorrateiro,
 finge dormir silenciosamente, 
quando você vê, 
está amando, está amado. 
Amor não é brincadeira, mas nada impede você de se divertir com ele, ainda mais se encontra alguem tão engraçado... 
Amor, ai o amor, faz tirar suspiros pelo mundo, 
faz vingar tudo com tudo, 
faz todos idolatrarem fundo à fundo. 
Amor, muito entre dois, 
apenas um irá sentir, 
um irá declarar e o outro morrer de rir.
Mas é assim, amor aparece, escolhe somente uma pessoa de cada vez. É educação, é aprendizagem, pois sempre tem que ensinar a outra pessoa a te amar.
Amor por fim em fim, é amor, 
é ódio é dor, 
é lindo é feio, 
é doce é amargo, 
é tudo é nada, 
é muito é pouco, 
é remédio é veneno, 
é sol é chuva, 
é tudo e mais um pouco... 
Pelo menos uma vez na vida, ame, 
mesmo que irá sofrer no final, 
pois amor é a chama que se ascende, 
um dia faltará luz, e ai você aprende.''

(João Batista Jeremias Junior)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Um dia talvez... Quem sabe, um dia.

'' Um dia irei bater de frente com o medo, irei fundo, sem receio do que virá acontecer comigo.
Acho que tudo gira entorno disso, no meu mundo, eu consigo.
Um dia irei bater forte no peito, e largar sussurros perante a verdade, que me decai como gotas de chuva.
Acho que enquanto houver a mentalidade, muitos receios, irão a censura.
Um dia irei debater com questões radicais sentimentais, donde vou julgar os relacionamentos mais infames.
Acho que nada iria dar certo, se nas quais, diante de tão longe, eu ouvisse um 'me chame'. 
Um dia pegarei o amor pelos cabelos, e o a pendurarei em varais coloridos em cordas de ceda.
Acho que ninguém o iria achar diante das cores, como também, ninguém iria chorar em bares, debruçados em mesas.
Um dia esse varal irá se romper, mas pena o 'um dia' ser tão rápido, e ai então, eu escolho, por onde beber. ''

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Faz falta, aquilo que ja fazia.

'' Rezei tanto para que você vivesse bem, fiz tantas apostas no amor maior, fiz questão de lhe dizer a dor, mesmo sentindo o pior.
Tanto fiz das noites lindas o dia mais longo, tantas vezes pensei em ser algo a mais, tanto pensei em ser alguem capaz, capaz de você.
Em dias de chuva, eu olhava la fora, esperando que você trouxesse o sol de volta, esperando, o que nada volta.
Esperei tanto, espero até hoje você chegar, espero até hoje aquilo que me faz suspirar, espero por tudo e por todos. Talvez esse, o meu erro de vivenciar.
Esperei tanto, de quem pouco correu,
Chorei tanto, por quem pouco mereceu,
Fiz de tudo, pra quem pouco entendeu,
Amei muito, quem pouco se deu.
Hoje ando sozinho, acompanhado da solidão... Não! Hoje ando contigo, no coração.''

(João Batista Jeremias Junior)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Não tenha vergonha.

'' Não tenha vergonha, por mais que você se sinta assim, veja o lado bom de ser você mesmo, de que nada, nem ninguem, é melhor que tudo.
Não tenha vergonha de seu fusca, convide a galera para um final de tarde na praia, junto a ele.
Não tenha vergonha de sua bermuda rasgada, muitos tem a cara de pal de ser falsos, sua bermuda é de menos para se sentir assim.
Não tenha vergonha de seu trabalho, ele é quem sustenta essa pacata vida feliz, e é muito feliz, dei um sorriso ao mencionar esse item, e você tambem deu.
Não tenha vergonha daquela guria ou garoto 'feio' cujo você o juga, e por esse motivo não o pega na mão ao sair, essa pessoa pode ser a busca de sua felicidade maior, para o resto da vida.
Não tenha vergonha de sua mãe, quando ela lhe busca em frente ao colegio, esperando aquele abraço, ela foi quem te botou no mundo, o minimo era você realmente querer a proteção dela todos os dias.
Não tenha vergonha de pular, dançar, brincar... Viver. Você tem apenas uma chance em meio os anos, viva como se nada é nada, e tudo é tudo.
Não tenha vergonha de ser você, seja você, seja quem querer, ou acha que alguem fará isso para você?
Não tenha vergonha de dizer a verdade, muitos ainda não se importam com o que se ve por fora, basta a verdade de dentro.
Não tenha vergonha de dar um sorriso a quem se ama, quantas chances você terá? Quando vai passar no mesmo angulo olhado? Quantas vezes essa pessoa iria lhe olhar esperando? Sabe se essa pessoa realmente não queria seu sorriso?
Não tenha vergonha de dizer 'Te amo', essa palavra faz tremer qual quer um. Mas diga-a, quando realmente for sentida, não queremos passar vergonha, não é?
Não tenha vergonha de abraçar, 
de beijar, 
de sentir, 
de viver, 
de amar, 
de correr, 
de esperar, 
de olhar,
 de mensurar... Não tenha vergonha, não tenha.
Sinta vergonha daqueles que riam zombadamente de você, eles sim passam vergonha por cuidar de mais da sua vida, e esquecer a deles em meio risos debochados. Esqueça os problemas e viva, sem ter vergonha de nada, só pague as contas, é triste no momento, mas vale a pena comprar aquela rosa para quem se ama, ou aquele perfume para quem te quer... E não esqueça de agradecer, 
a cada dia acordado, 
a cada pão amaçado, 
a cada abraço trocado, 
a cada sorriso roubado, 
a cada pedido dedicado... 
Agradeça, e não tenha vergonha de ser feliz, ser quem realmente é.''

(João Batista Jeremias Junior)

Google.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Rumo ao infinito feliz.

'' Em meio os fracassos, a volta por cima, nunca foi tão vingativa e purificada.
Em meio a tristeza, a melhor saída, foi deixar ir, para eu nunca mais chorar.
O tempo ficou de me dizer no que eu seria dali para frente, no que eu seguia, do que me depende.
Quando a luz brilhou aos olhos de quem nunca enxergou a vida tão linda, apoderou-se do sentimento mais puro, 
fingiu sofrimento obscuro, 
ficou sem rumo, 
a beira, 
num túmulo. 
Quando dei o ultimo adeus, virei-me ao sol e disse: 
'Bendito minha paixão, que com rumo das coisas, ainda tenha coração, um lugar para chorar, para sorrir, lindo sol, quando surgir...'
Me deparei com a grande estrada ao que me diz
mas sigo nela com um rumo infinito... Ser feliz.''

(João Batista Jeremias Junior)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Viver ou você.

'' Voltei das sombras para te assombrar, 
voltei das cinzas para traçar, 
passos que possivelmente deixei, 
que jamais poderei relatar.
Voltei, mas fujo, de tudo, de todos.
Voltei mas pedi, um futuro ao todo,
semeado de relíquias, lembrais... Estarei cá.
Agora volto com o pedido de remoção,
agora não mais estou em suas mãos,
não me faça novamente ter que escolher entre viver ou você, 
a tal escolha me levaria a morte, pois viver e não lhe ter, é como se o ar jamais existisse.''

(João Batista Jeremias Junior)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Costumava.

''Costumei pensar antes de agir, 
costumei falar antes de sentir, 
costumei amar antes de expelir, 
costumei cantar antes de ouvir, 
costumei andar antes de vir, 
costumei prendar antes de fundir, 
costumei relatar o que gostaria de sentir, 
costumei rolar antes de seguir, 
costumei tanto a mim, 
pudera eu me redimir.''

(João Batista Jeremias Junior)

terça-feira, 19 de julho de 2011

Lembranças sem parar.

''As noites sempre lhe trarão lembranças, boas ou ruins, não sei, sei que lembranças do fim.
Noites também trazem aquele sopro de que tudo está perdido, você olha pro espelho, e vê que realmente tudo está florido, ou eu minto.
Noites soam como um ar de tristeza e depressão, mas quando você olha a lua tudo muda dentro de si, tudo vira sorrir.
Noites, em noites, que eu quis te lembrar, em noites que as lembranças vieram me abraçar, lembranças que não iram se apagar, é como o fato de eu remoer em lembrar... 
Lembranças sem parar, é como um fim sem fim, um fim a me tomar.''

(João Batista Jeremias Junior)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Errar

''Esperar por aquilo que não vai voltar, é angustia de esperar o inevitável acontecer.
Esperar para tudo melhorar, é dividido por sentimento que nada vai proceder.
Você erra, volta ao mesmo sentido, 
você acerta, e não repete o ocorrido, 
você ama e erra, como se tudo não tivesse existido, 
mas continua amando, pelo fato de errar por nada ter corrigido.
Seus olhos se misturam com seus sentimentos, e ambos se acolhem ao frio que sua barriga traz,
ambos ficam inseguros por tanto tempo, que já os congelam por instantes atras.
Você fica sem beira, fica sem meia ou inteira, fica a minha besteira, de errar tanto com a vida,
errar tanto a ponto de não ter saida.''

(João Batista Jeremias Junior)

Seus abraços

''Não seria ingenuo se eu pedisse seu abraço?
  Será que eu me passaria por abusado sem traço?
  Por que de mim se pede,
  em tanto se esconde os laços,
  enquanto todos brincam descalços,
  eu fico aqui buscando, exausto... os seus abraços''


                                                               (João Batista Jeremias Junior)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Eu poderia, no mais, queria.

Eu poderia ter a mais singela forma de vida,
podia ter uma nova saída,
queria te levar na minha partida,
te levar para nunca mais ficar decaída.


Eu poderia temer dos medos,
poderia temer sem te-los,
queria intervir receios,
intervir pensamentos, sem ter que ve-los.


Eu poderia mensurar opiniões,
poderia resvalar condições,
queria lhe pedir permissões,
pedir tudo aquilo, que um dia me fez unções.


Eu poderia trabalhar na restauração da vida,
poderia ficar de braços cruzados até a ultima saída,
queria ver o tempo esbarrar num ato sem vida,
esbarrar no cotidiano, que nos mata a cada saliva engolida.


Eu poderia ter sozinho, o caminho puro
poderia pedir novamente caminhos do futuro
queria sorrateiramente, seus abraços de veludo
abraços que em minutos, me fazem crer no inseguro.


(João Batista Jeremias Junior)




sexta-feira, 17 de junho de 2011

Eclipse

Foi em frente, não mais vi,
foi-se escondendo,
Eu não vi, como ir?


Vai aos poucos apagando,
Vai sorrateira,
Sem tão pouco se apegando.


Não tem o brilho proprio,
Tem magia sua,
tem meiguice, é dócio.


Apenas na noite se prevalece,
sem tardes, nem neves,
apenas linda, frio que agradece.


É o que se ve, nada contradiz,
é de sua postura rodar,
ela quem diz, desenhada a giz.


Sol quem a cobre por inteira,
fica em nossa beira,


é nosso satélite, é nossa lua,
com o eclipse ela é nua, sem frescura.


(João Batista Jeremias Junior)





quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sempre coração.

A depressão sobe a mente, 
faz de vidente, 
tudo que se sente, 
virtude imponente.


Criei subjacente,
entretanto vertente,
nada compreensivelmente,
tudo formalmente.


Tanto quanto emergente,
pedi para ser gente,
união pendente,
senti você dormente.


Quando dei por vencido,
busquei abrigo,
usei vestígio,
de tudo que foi vivido.


De tanto sorrir,
vinguei expelir,
Nada pude vir,
e você sem sentir.


Meu amor ganhou,
ficou, tentou,
amou, levou,
olhei, causou.


Demorei a vir,
tentei pedir,
tentei vestir,
o que eu teria para decidir.


O tempo ficou em dois lados,
meu amor nos teus abraços,
e mesmo nesse tempo escasso,
lhe amei por tamanho o espaço,


Essa solidão,
Junto a depressão,
veio a noite, veio em vão,
tudo que pudera então,
ficou sem razão,
pude somente, notar uma conclusão,
sentimentos vem, e vão... Sempre coração.

(João Batista Jeremias Junior)



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pudera eu, querer você.

Olhei lá fora, no balanço da rede, o olhar da aurora, tentando ir em frente.
O vento bateu no meu rosto, lembrei dos beijos, olhei contra o tempo, revivi seus medos.
Quando pensei em virar o rosto, a brisa me fortaleceu diante da fria noite.
Quanto pensamento exposto, Quanto lamento a sorte.
Olhei, estrelas me olharam, viveram, me vivenciaram, chorei, me dei por derrotado.
Podia eu, querer tanto algo alcançável, quanto seus beijos, seus abraços... Pudera eu, ser quem quero ver.
Pudera eu, querer você.

(João Batista jeremias Junior)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O que sentir... No que tentar...

O que saber... No que pensar... 
Em que viver... E quem amar.


Como dizer... Como honrar...
Sempre ver... Sempre calar.


Tentar entender... Tentar, tentar...
Vingar para crer... Deixar para lá.


Quanto ao meu ver... Quanto ao se apaixonar...
Quando querer... Já não mais, vou estar.


Por ti posso querer... Por ti posso tentar...
Por ti sempre ver... O que não quero enxergar.


O que saber... No que tentar...
Como esquecer... o grande amar.


( João Batista Jeremias Junior )

Por ottacat




domingo, 5 de junho de 2011

Me leve, por onde fores.

Tem o olhar mel, cujo faz tirar agua da boca,
faz presença confiável,
em tudo que se encontra.


Brinca de ser linda, faz sua justiça,
um paradeiro incerto,
um jeito que enfeitiça.


Faz da lagrima, um sorriso,
Do sol o paraíso.
Do céu o infinito
Dá à vida ao que é preciso.


Beleza cativante, onde esbalda seus amores,
Contagia por onde passa,
Me leve por onde fores.

(João Batista Jeremias Junior)

Por ottacat

sábado, 4 de junho de 2011

Um especial, em especial.

Possui um silencio ensurdecedor, faz com que sua mente viaje sem destino, 
sem rumo por onde for.
Conquista sem afeto, riso contagiante e esbelto, fascina por concreto 
o quanto te mostra o certo.
Tem uma maneira inocente, atraente, influente, 
onde eu não consigo escutar minha própria mente.
Faz de um simples gesto mostrado, o amor compreensível, 
faz do sentimento dobrado, um grande amor sensível.
De pétala à flor, 
de rosa à amor, 
de menina à mulher, 
da pessoa o sorriso, quando quer.

( João Batista Jeremias Junior )

Por ottacat

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pena ser um tempo curto para um beijo infinito.

Você sempre vai querer o fascinante, sempre o que te prende no caminho adiante.
É feito de brilhos e alegria a sua honestidade, é encantada e rústica, sua liberdade.
Quando quis me abraçar, o tempo ja tinha passado para ambos os lados, bem ou mal.
Quando lhe permiti olhar para meus lagos oculares, permiti também, seu abraço em braille.
Aquele abraço que junto com os movimentos dos pulsos, os dedos derretem em veludos.
Depois do abraço, o beijo vem pelo canto, vem como quem não quer nada, acaba se lambuzando.
Mas enfim, os lábios se encontram, um pouco envergonhados; E com ansiedade, se espantam.
Na hora do desencontro labial, vem o sorriso virtuoso, que faz jus, tudo de novo...
Pena ser um tempo curto para um beijo infinito.
Pena ser pouco tempo que fique colado no seu atrito.
Pena ser pouco para você, pena eu te querer em livre arbítrio.
Pena eu querer tanto, de alguem que tem muito mais... Muito mais fascínio.


(João Batista Jeremias Junior)

Por ottacat

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Novo é covarde, apegar é nenhuma vantagem.

A primavera que se estende, estende tambem o vazio que se sente.
Enquanto alguns a sente, outros a pressente a formal e cordial tarde.
No que se diz pendente, quem o julga, repreende pela forma de viver.
Virtude crescente, tudo que se tente, nada terás possivel remetente.
Covardia que se prende, nunca tão vertente, sempre tão envolvente.
Formais palavras benditas, santos que aqui lhe habita, por caridade, nada se irrita.
Tanto um como o outro, os dois, de um mesmo povo, em dois, tudo de novo.
Novo é alegre, novo é se apegue, novo é bem entregue, novo é vazio que se repete.
A primavera que se estende, um dia irei de vir entender tudo que não se entende, e ver que no vazio novo, nada me repreende.


(João Batista Jeremias Junior)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Já quis te amar

Já pensei em amar.
Já pensei em sofrer.
Já pensei em estar.
Já pensei em entender.


Já pensei em voltar.
Já pensei em ter.
Já pensei em tentar.
Já pensei em perder.


Já pensei em sorrir.
Já pensei em querer.
Já pensei em sentir.
Já pensei em você.


Já quis te amar.
Já tentei estender.
Já pensei te levar.
Para nunca mais sofrer.


Já pensei em viver.
Já pensei em matar.
Já pensei esquecer.
Já tentei te falar.


Já pensei no mundo.
Já pensei em ver.
Já pensei profundo.
Já tentei ceder .


Já pensei voltar.
Já pensei vencer.
Já pensei notar.
Já venci, sem querer...



Já quis te amar.
Já tentei estender.
Já pensei te levar.
Para nunca mais sofrer.

(João Batista Jeremias Junior)









terça-feira, 10 de maio de 2011

As lembranças.

As lembranças nem sempre trazem o prazer de lembrar, nem a falta que vai ficar.
As lembranças, são como panos brancos desenhados a tinta fresca, onde você poderá borrar, mas nunca apagar.
As lembranças te levam a crer num possível, que o passo valeu a pena, para crescer no futuro.
Elas revelam como os dias podem ser felizes, logicamente sem se lembrar da lembrança que te faz andar para traz.
Lembranças são tambem formas de seu coração acordar de noites mal dormidas, onde a ferida, sempre vai ser cutucada, ou entendida.
Lembranças fazem com que sua mente viaje sem aviso, e acaba voltando com os rabiscos, que lá ficaram para traz.
Lembrança, pode sim, fazer mal ao mal, mas nunca, talvez, o bem para o bem.
É delicada, mas só quando quer, te faz chorar, a cada hora que vier. Sem apelo, sem quais quer.
Ela será mal, quando você se lembrar... Lembranças em quais vais estar.


(João Batista Jeremias Junior)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Solidão

Em solidão,
só sem perdão,
retirado ao chão,
vinguei sem unção.


Covardia estirada,
Sentida, replicada,
Entre pondo em nada,
Figurantes ensacadas.


Fugido sem rumo,
relativamente, obscuro,
Sensitivo, não maduro,
Impertinente, não censuro. 


Sem presa, Nem garra,
Só fato, sem nada,
luz em frente, apartada,
Contagia minha estirada.


Enfim, por fim, a solidão,
sem razão, sem perdão,
contradição por então,
sentido, sem união.


Focado em um só foco,
em uma só nação,
Solidão, solidão... Solidão.


(João Batista Jeremias Junior) 







segunda-feira, 2 de maio de 2011

Era tarde.

Era tarde quando tudo começou, era tarde quando tudo acabou, era tarde, fazia parte.
Quando redobrado as custas envolventes, lados em que viajo, pendentes, inocentes.
Uma vida para esperar, duas vidas para se amar, um sentido para acatar, um pedido para continuar.
Envolveu tudo que vivia, vivenciou tudo o que sabia, petrificou sabedorias, ria, mentia, sofria.
Estabeleceu virtudes, consagrou atitudes, recriou a amplitude.
Nunca tarde se via, nunca cedo se entendia, já ao entardecer, era o que se sabia.
Retrucou quando era nada, se fez de menina mimada, quando a hora chegava, silenciou abandonada.
Era tarde quando tudo começou, era tarde quando quis um tão amou, e assim, se agonizou...


(João Batista Jeremias Junior)

domingo, 17 de abril de 2011

Amar... Nem sempre idolatrar.

Diferenças na arte de amar, pode trazer consigo, a questão de não querer idolatrar.
Igualdade de pensar, pode trazer consigo, a questão de expressar.
Facilidade de agir, pode trazer consigo, a questão de ferir.
A tristeza que vem expelir, pode trazer consigo, a questão de sentir.
A delicadeza em relatar, pode trazer consigo, a questão de amar.


Diferenças na arte de amar, pode trazer consigo, a questão de não querer idolatrar... Quem amamos, quem vivemos, quem vingamos, quem temos.


(João Batista Jeremias Junior)