domingo, 17 de abril de 2011

Amar... Nem sempre idolatrar.

Diferenças na arte de amar, pode trazer consigo, a questão de não querer idolatrar.
Igualdade de pensar, pode trazer consigo, a questão de expressar.
Facilidade de agir, pode trazer consigo, a questão de ferir.
A tristeza que vem expelir, pode trazer consigo, a questão de sentir.
A delicadeza em relatar, pode trazer consigo, a questão de amar.


Diferenças na arte de amar, pode trazer consigo, a questão de não querer idolatrar... Quem amamos, quem vivemos, quem vingamos, quem temos.


(João Batista Jeremias Junior)




segunda-feira, 11 de abril de 2011

Par, na vida ou na morte.

Era inverno, as auroras brilhavam mais, 
as luzes lhe traziam paz, 
virava em ser capaz.


Uma noite fria, tornou-se seu par naquela rua, 
viva e crua, 
amizade nua.


Andava devagar, sem presa de onde chegar, 
que rumo levar? 
Onde entrar?


Tomava atitudes sem pensar, vivia remoendo pensamentos, 
sem lamentos.
Virou-se diante da unica luz em poste, tornou-se forte, 
a força de um nobre.
Gritou alto, pois baixo seria sussurro, nem tão seguro, 
falar do futuro.


Olhou com olhos de quem muito fixou olhar, 
sem mensurar em falar, 
lágrimas caiam ao se lembrar do par,
Não da noite fria, 
mas sim de uma guria, 
para quem tanto sorria,
e que um dia, 
fez da sua sofria, 
uma não partiria.


Ela então partiu cedo, fez do tarde, o cedo mais distante, 
queria ser grande,
mensurar o que se espante,
e lhe botar em uma estante.


Com as lágrimas ainda caindo, ele voltou para direção,
mesmo sem razão, 
com dor no coração,
ele se fez grande, e continuou sua jornada, 
sem relatada, 
nada mais o parava.


A noite fria, mesmo sendo uma companhia não tão quente, fez presente, em sua caminhada, 
sem parada, de mãos dada, ele continuou sua jornada...






''...A verdade de um grande amor, 
que se leva para vida inteira, 
mesmo que a morte desgarre os corações,
não ficou sem beira.


Perdeu o que mais valia, 
mas nada fez baixar cabeça e se lamentar, 
continuou a vida,
mesmo sem seu completo par.''

(João Batista Jeremias Junior)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Posso, um quando.

Um quando felicidade, não é um quando vou sorrir,
Nem um quando talvez, é um quando vou decidir.
Posso tudo resolver da divindade, ou entender a intimidade, sem inibidade.
Posso consolar através da sensibilidade, da negatividade, com qual sua amizade contradiz, quem diz.
Um quando realidade, nem sempre é um quando parar de sonhar,
Um quando pensar, não é sempre um quando dizer.
Posso da luz, tirar pesadelos, restringir os medos, em seus cabelos, sem telos ao me enroscar.
Posso do sentimento, tirar a vida, não tão sofrida, batida na ferida, perdida ao me tocar.
Um quando viver, não é por fim, vier morrer.
Um quando amar, não é necessariamente um quando beijar.
Posso, poderei, poderia, pudesse eu, quem me dera. Me altera?


(João Batista Jeremias Junior)