Quanto tempo, quantas vidas, em tantas horas, uma partida
Quantas memórias, tão iludidas, quantas vitorias, mal
sucedidas,
Pedindo seu tempo, quanta agonia, sentido ao lamento, a sua
alegria
Pedindo sua volta, no fim eu
aguento, você não se importa, já não há mais tempo.
Quanto ao o que sinto, não resta mais duvidas, eu sei o que
minto, mas sei quem a iluda.
Quantas lembranças, meros instintos, sinto a segurança,
quando sucinto.
Pedindo seus sonhos, imaginações explosivas, vingar eu suponho, muito bem resolvidas.
Pedindo sua fala, querendo respostas, de nada escuto, pois
não estou a sua volta.
Quanto ao choro, nada de lagrimas, olhos nos olhos, procuro
sua dádiva.
Quantas virtudes, quantos dizeres, quantas histórias,
quantos prazeres.
Pedindo para estar, pedindo para fugir, junto ao teu lado,
queria sumir.
Pedindo e implorando, o abraço apertado, enrolado de amor, e
com sorriso dobrado.
(João Batista Jeremias Junior)

Nenhum comentário:
Postar um comentário
The John are thanks