Um quando felicidade, não é um quando vou sorrir,
Nem um quando talvez, é um quando vou decidir.
Posso tudo resolver da divindade, ou entender a intimidade, sem inibidade.
Posso consolar através da sensibilidade, da negatividade, com qual sua amizade contradiz, quem diz.
Um quando realidade, nem sempre é um quando parar de sonhar,
Um quando pensar, não é sempre um quando dizer.
Posso da luz, tirar pesadelos, restringir os medos, em seus cabelos, sem telos ao me enroscar.
Posso do sentimento, tirar a vida, não tão sofrida, batida na ferida, perdida ao me tocar.
Um quando viver, não é por fim, vier morrer.
Um quando amar, não é necessariamente um quando beijar.
Posso, poderei, poderia, pudesse eu, quem me dera. Me altera?
(João Batista Jeremias Junior)
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