'' É madrugada,
o frio me toma,
o vento me assombra,
tocam sinos, me sinto aqui um menino.
Solidão se expõe, virtude se depõe, tudo que vejo, nada são soluções.
Abro a janela, tento te ver, vejo que está distante, foguetes ainda irei de ter.
Sua luz como vaga-lume, no coração vem o que se resume, no meu coração, o que é ardume.
Dentre as colinas, as flores.
Dentre a minha sina, seus amores.
Dentre meu coração, sofredores.
Dentre a minha vida, meus valores.
É como se fosse a minha, a minha pequena, menina, frágil, mulher, minha lua! ''
( João Batista Jeremias Junior )
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