quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Minha Lua.

'' É madrugada, 
o frio me toma, 
o vento me assombra, 
tocam sinos, me sinto aqui um menino.
Solidão se expõe, virtude se depõe, tudo que vejo, nada são soluções.
Abro a janela, tento te ver, vejo que está distante, foguetes ainda irei de ter.
Sua luz como vaga-lume, no coração vem o que se resume, no meu coração, o que é ardume.
Dentre as colinas, as flores.
Dentre a minha sina, seus amores.
Dentre meu coração, sofredores.
Dentre a minha vida, meus valores.
É como se fosse a minha, a minha pequena, menina, frágil, mulher, minha lua! ''

( João Batista Jeremias Junior )

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