É tão transparente,
Faz do inimigo sua lente,
vem soprando, vem regente.
Sorrateira, passa pela porta,
Vem, e traz consigo,
Tudo aquilo que tinhas em volta.
Branca, azul; Sempre reluz.
Noites frias ou quentes,
Vai lhe levando, o induz.
É fraca, forte, linda que não podemos ver,
Sentimos, reclamamos,
Mas os cabelos arrumamos, queria tanto guardar você.
Em um pote na sala de estar,
Só queria para os dias de solidão,
Só você traz, o que quero lembrar.
Enfim ao lamento,
sem fim o tormento,
Lembro de ti, viajo, fico atento,
Vento, vem vento, vem tempo...
( João Batista Jeremias Junior )

Nenhum comentário:
Postar um comentário
The John are thanks