'' Um fim de tarde na primavera, é uma vida, mera.
É corrente de ar que aquece, é calor que padece.
Recanto ordenhado de películas, extraditado, me duvidas?
Socorrido por bordas flamejantes, composto, embarcações navegantes.
Sociável dentre as dores premeditadas, ilustre, se banhava.
Conforme suas ondas o levarem, tudo por cima, nadarem, nadarem.
Jus ao sol, seu querido rancor, luz encandeceste recheado de flor.
Minado de sabedoria, fugia, mentia! revigora agora, uma alegria.
Sem espelho retrucado, luz dos olhos ilustrado.
Semelhança pendente, cada andar, uma semente.
Plantando emoção, sem coração, vigiado pela inveja, vai expelindo perdão.
Enquanto o fim de tarde não se estreita, nada que fim por vida, me deita, me queira! ''

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