sábado, 4 de agosto de 2012

Deprimi-me

'' Deprimente, ver pessoas de ângulos diferentes, de personalidades inexistentes, cujo fruto e afundo, conversas distorcem ao decorrer de falas.
Deprimente saber que algo em algum lugar lhe corre por alma, entre as veias da calma, e lhe nada fortalecem por serem de outr'alma.
Deprimi-me saber de contos e desencontros, perdidos e impedidos de vagar por nossas correntes de ar.
Deprimi-me, vontades exaltadas, sem que sejam realmente com vontade, forças sem músculos de pensamento, e folhas maduras, que não aguentam nenhum vento pós tempestade.
Deprimente, ver que ao longo das nossas vidas, passarão pessoas infiéis e impulsivas à fazer tudo errado.
Deprimi-me saber, ouvir e pensar, em tudo e todos que de alguma forma, não sabem ter razão.
Deprimi-me saber, que não há cor, nem religião, em sua súbita maldade reprimida, na forma de um coração. ''

(João Batista Jeremias Junior)


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