segunda-feira, 7 de março de 2011

Chuva

Sorrateira ela cai devagar, com um animo grande,
viaja pelo ar, chega ao chão e se expande.


Ao banhar pelo ar, se encosta na costa,
Viaja em seus lábios, me livro de que me afronta.


A agua sua, se desliza pelas suas curvas,
junto com sabores, ela tem misturas.


A chuva molha seu rosto, mostra a face da vida,
fico louco de sede, quero torna-la minha sina.


(João Batista Jeremias Junior)



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