Podia as estrelas me lembrar quem sou, mas são as lembranças que se fazem por si.
Sempre lembrarei da primeira relevância, sempre da mesma arrogância,
que consistia na infância, me levar para a triste abonança.
Via com outros olhos o desprezo, desejo de ter algo com quem dividir,
Vontade ao beijo, que me dava a vasta sincronia em sentir.
Hoje me pego em asilo, mal aguçado pelo sentido,
Sem rumo, sem caminho, uma ruptura no destino.
Fico a volta de tudo, que volta, é seguro?
Quando tornares algo a mais, avisarei,
voltarei em dizer, que nada de errado farei.
Pois amo, e sei que não pequei.
(João Batista Jeremias Junior)
Foto Por bluefam

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