terça-feira, 29 de março de 2011

Estrela

Que sem a celeste celestial,
Quebrando em prantos, seu vasto encanto,
nominal, exencial.


Que cor a revela,
sem penar, sem seu entanto,
brilho será branco, ou amarela?


Nas noites se brilha,
Sem cordial ao fundo do céu brando,
nas noites escuras ela trilha.


Com sua magia exata,
contradiz, relata e se canto,
com outras delas, se farta.


Estrela, brilha, brilha,
com luz diviníssima, é um espanto,
ao sol se vir, ela vira, se vira revira.


(João Batista Jeremias Junior)


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